Economia da Defesa em destaque

//Economia da Defesa em destaque
(Fotografia do Jornal de Negócios)

Em entrevista ao Jornal de Negócios, o Ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, abordou temas muito relevantes para a Economia de Defesa e para a Base Tecnológica e Industrial de Defesa (BTID), como a entrada de capital privado em empresas participadas pelo Estado na área da Defesa, o processo de reestruturação da holding do Estado e a aprovação do novo Plano de Negócios para a idD, o Fundo Europeu de Defesa, a criação de um balcão único de apoio às empresas portuguesas e as perspetivas de negócio na OGMA.

O Ministro da Defesa Nacional salientou esta “reestruturação de fundo passa por investimento estratégico para que as empresas, particularmente o Alfeite, tenham capacidade para realizar o seu potencial.”

No atual contexto de crise económica o setor da Economia de Defesa tem mostrado particular resiliência, assente em três características que são fundamentais para aquilo que queremos que a indústria portuguesa seja: inovadora, geradora de emprego altamente qualificado e exportadora. As nossas indústrias de defesa são 80% exportadoras.”.

O Ministro da Defesa Nacional congratulou-se também com o papel atribuído pelo Plano de Recuperação Económica apresentado pelo Prof. Dr. António Costa Silva à Economia de Defesa  sublinhando que “(…) é um conforto grande ver esse reconhecimento explícito de que as indústrias de defesa têm três características que são fundamentais para aquilo que queremos que a indústria portuguesa seja. Inovadora, geradora de emprego altamente qualificado e exportadora.”.

Por fim, é importante sinalizar desde já que, como se menciona no texto em referência: “(…) uma das coisas que a idD [nova holding da Defesa] vai fazer é criar um balcão único para as empresas portuguesas, do setor privado, das indústrias de defesa, poderem receber aconselhamento sobre as possibilidades no âmbito dos fundos europeus e sobre empresas de outros países a que se podem associar. Temos de ajudar as nossas empresas para que se internacionalizem para mais mercados.”

Veja a entrevista completa ao Jornal de Negócios através do seguinte link: AQUI